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Cirurgias · Santo Agostinho, BH

Extração de siso com segurança e acompanhamento de perto.

Remoção simples ou cirúrgica do dente do siso, com avaliação por imagem antes do procedimento e cuidado dedicado na recuperação.

Quando o siso precisa ser extraído

Os terceiros molares, popularmente chamados de dentes do siso, costumam nascer entre o final da adolescência e o início da vida adulta. Nem sempre há espaço suficiente na arcada para o siso nascer na posição correta, o que pode levar a impactação, com o dente preso no osso ou na gengiva, dor, inflamação ou pressão sobre os dentes vizinhos.

Nem todo siso precisa sair. Um siso que nasceu na posição correta, consegue ser higienizado e não causa problema pode ser mantido sob acompanhamento. A decisão vem do exame clínico somado à imagem, nunca de uma regra geral.

Situações que costumam indicar extração

  • Siso impactado, sem espaço para irromper
  • Episódios repetidos de pericoronarite, a inflamação da gengiva sobre o dente
  • Cárie no siso ou no molar vizinho por dificuldade de higiene
  • Reabsorção da raiz do dente vizinho
  • Cisto ou lesão associada ao dente na imagem

Situações de acompanhamento

  • Siso totalmente irrompido e em função
  • Higiene possível e gengiva saudável ao redor
  • Ausência de sintoma e de alteração na imagem
  • Espaço adequado na arcada

Relação com a ortodontia

Em parte dos planejamentos ortodônticos existe indicação de remover o siso, e em outros não. A ideia de que o siso sempre entorta os dentes da frente é mais simples do que a evidência disponível: a avaliação individual é o que define.

Extração de siso simples ou cirúrgica (siso incluso)

A extração pode ser simples, quando o dente já está totalmente exposto na boca, ou cirúrgica, quando envolve acesso através do osso ou da gengiva. O tipo de procedimento é definido a partir de uma avaliação clínica e de imagem, com radiografia panorâmica ou tomografia.

Na extração cirúrgica de siso incluso, o procedimento pode envolver a divisão do dente em partes antes da remoção. Isso não é sinal de complicação: é justamente a técnica que permite retirar o dente preservando mais osso e reduzindo o trauma ao redor.

A extração de siso dói?

O procedimento é feito sob anestesia local, então dor durante a extração não é esperada. É comum sentir pressão e ouvir sons durante a manobra, porque o dente está sendo movimentado, mas isso é diferente de dor.

O desconforto real costuma vir depois, quando a anestesia passa, e tem um pico nas primeiras 48 a 72 horas. Ele é previsível e por isso é controlado de forma antecipada, com a medicação prescrita iniciada no momento indicado e não só quando a dor aparece.

Recuperação: quantos dias e o que esperar

Varia de pessoa para pessoa e do tipo de extração, simples ou cirúrgica. De forma geral, o desconforto inicial diminui nos primeiros dias, mas a cicatrização completa do osso e da gengiva leva mais tempo. As orientações pós-operatórias ajudam a acelerar esse processo.

Linha do tempo aproximada. A recuperação individual varia e o retorno é sempre agendado para acompanhar de perto.
PeríodoO que é comumCuidado principal
Primeiras 24 horasSangramento leve, início do inchaçoGaze conforme orientação, gelo intermitente na face, repouso relativo, sem bochechar.
48 a 72 horasPico do inchaço e do desconforto, possível dificuldade para abrir a bocaMedicação conforme prescrito, alimentação fria ou morna e macia, cabeça elevada ao dormir.
A partir do 3º ao 5º diaRedução gradual do inchaço, possível hematoma na peleRetomada cuidadosa da higiene na região, conforme orientação.
Primeiras semanasFechamento da gengiva; o osso continua se reorganizando por mais tempoRetorno para avaliar a cicatrização e retirada de sutura quando houver.

Sinais que pedem contato imediato, e não espera pelo retorno agendado: dor que piora a partir do terceiro dia em vez de melhorar, sangramento que não cede, febre, secreção com odor ou dificuldade progressiva para abrir a boca. Dor que aumenta depois de ter melhorado é o principal sinal de alveolite, a perda do coágulo, e tem conduta específica.

O que comer depois da extração de siso

A lógica é simples: proteger o coágulo que se forma no alvéolo e não gerar calor nem pressão na região. O coágulo é o que sustenta toda a cicatrização, e perdê-lo é a complicação mais dolorosa e mais evitável do pós-operatório.

Primeiros dias

  • Alimentos frios ou em temperatura ambiente
  • Consistência macia: purê, sopa morna, iogurte, ovo mexido
  • Sorvete e gelatina ajudam no conforto
  • Mastigar do lado oposto ao da extração

O que evitar

  • Canudo: a sucção pode deslocar o coágulo
  • Bochechar com força e cuspir
  • Alimentos quentes, duros, crocantes ou com sementes
  • Fumar e consumir álcool
  • Esforço físico intenso

Retomada

A volta à alimentação normal é gradual e orientada no retorno. Não existe data fixa: o critério é o conforto e a evolução da cicatrização, avaliada no acompanhamento.

Atestado e volta à rotina depois da extração

Duas buscas aparecem muito aqui: quantos dias de atestado e quando voltar à academia. A resposta honesta é que não existe número padrão, porque depende do tipo de extração, de quantos sisos foram removidos de uma vez, da sua atividade profissional e da sua evolução.

Sobre atestado: ele é emitido conforme a avaliação do caso e a necessidade de afastamento, e essa definição é feita no atendimento. Sobre exercício físico: atividade intensa aumenta a pressão sanguínea e o risco de sangramento e de perda do coágulo, por isso a retomada segue a orientação dada no pós-operatório e não um prazo tirado da internet.

Higiene e escovação depois da extração

Parar de escovar os dentes não é a conduta: a boca precisa continuar limpa para a cicatrização acontecer bem. O que muda é como tratar a região operada.

Nas primeiras 24 horas, evita-se mexer no local e bochechar. Depois disso, a escovação dos demais dentes segue normal, com cuidado especial ao aproximar-se da área, e a limpeza da região operada segue a orientação dada no pós-operatório, que pode incluir solução específica ou irrigação suave na fase indicada.

Sentindo dor ou pressão no dente do siso?

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Siso inflamado, infeccionado ou com dor aguda

Quando a gengiva cobre parcialmente o siso, forma-se um espaço onde restos alimentares e bactérias se acumulam e que não dá para limpar bem. É a origem da pericoronarite: dor na região posterior, gengiva incahada e sensível, dificuldade para abrir a boca e, às vezes, gosto ruim na boca.

Esse quadro costuma pedir controle da infecção antes da extração. Operar em vigência de infecção aguda nem sempre é a melhor conduta, e essa sequência é definida na avaliação. Se você está com dor agora, o caminho é ser avaliado, não esperar passar.

Siso superior ou inferior: qual é mais difícil

Na maior parte dos casos, o siso inferior é o mais trabalhoso. O osso da mandíbula é mais denso que o da maxila, as raízes costumam ter anatomia mais variável e a proximidade com o canal do nervo alveolar inferior exige planejamento por imagem mais detalhado.

O siso superior tende a ter osso menos denso e remoção mais rápida, com atenção à proximidade do seio maxilar. Por isso, dizer que extração de siso é sempre igual não faz sentido: a posição, a inclinação e a anatomia de cada dente mudam o planejamento.

Quanto custa a extração de siso em Belo Horizonte

O valor não é publicado aqui porque varia com o tipo de extração, simples ou cirúrgica, com o grau de impactação do dente, com o número de sisos a remover e com a necessidade de exame de imagem adicional, como a tomografia.

Na avaliação no consultório, no Santo Agostinho, em Belo Horizonte, o exame clínico e de imagem define o que é necessário e o plano sai por escrito, com o pós-operatório incluído na conversa.

Perguntas frequentes

Não necessariamente. Um siso que nasce corretamente, sem causar dor, inflamação ou risco aos dentes vizinhos, pode ser mantido sob acompanhamento. A indicação de extração é sempre avaliada caso a caso, com exame clínico e de imagem.

O procedimento é feito sob anestesia local, então dor durante a extração não é esperada. É comum sentir pressão e ouvir sons durante a manobra. Algum desconforto, inchaço e sensibilidade nos dias seguintes é comum e costuma ser controlado com as orientações e a medicação indicadas no pós-operatório.

Varia de pessoa para pessoa e do tipo de extração, simples ou cirúrgica. O desconforto inicial costuma ter pico entre 48 e 72 horas e diminuir a partir daí, mas a cicatrização completa do osso e da gengiva leva mais tempo. As orientações pós-operatórias ajudam a acelerar esse processo.

De forma geral, evita-se bochechar com força, fumar, usar canudo e consumir alimentos muito quentes ou duros nos primeiros dias, para não interferir na formação do coágulo e na cicatrização. As orientações específicas são passadas após o procedimento.

Nos primeiros dias, alimentos frios ou em temperatura ambiente e de consistência macia, como purê, sopa morna, iogurte, ovo mexido, sorvete e gelatina, mastigando do lado oposto ao da extração. A retomada da alimentação normal é gradual e orientada no retorno.

Não existe um número padrão. Depende do tipo de extração, de quantos sisos foram removidos de uma vez, da sua atividade profissional e da sua evolução. O atestado é emitido conforme a avaliação do caso e a necessidade de afastamento, definida no atendimento.

Atividade física intensa aumenta a pressão sanguínea e o risco de sangramento e de perda do coágulo. A retomada segue a orientação dada no pós-operatório para o seu caso específico, e não um prazo fixo.

Sim, e deve. Nas primeiras 24 horas evita-se mexer no local e bochechar. Depois disso, a escovação dos demais dentes segue normal, com cuidado ao se aproximar da área operada, cuja limpeza segue a orientação dada no pós-operatório.

Não. Quando o dente já está totalmente exposto na arcada, a extração costuma ser simples. A cirurgia é indicada quando o siso está impactado, total ou parcialmente coberto por osso ou gengiva.

É recomendado evitar esforço físico intenso e seguir as orientações de alimentação e higiene nos primeiros dias após o procedimento, para favorecer a cicatrização e reduzir o risco de complicações.

É a perda do coágulo que se forma no alvéolo após a extração. O principal sinal é dor que aumenta a partir do terceiro dia, depois de ter melhorado, frequentemente com odor desagradável. Tem conduta específica e exige contato imediato, sem esperar pelo retorno agendado.

A ideia de que o siso sempre entorta os dentes da frente é mais simples do que a evidência disponível. Em parte dos planejamentos ortodônticos existe indicação de remover o siso e em outros não. A avaliação individual, com exame clínico e de imagem, é o que define.

Na maioria dos casos, o inferior. O osso da mandíbula é mais denso, as raízes costumam ter anatomia mais variável e a proximidade com o canal do nervo alveolar inferior exige planejamento por imagem mais detalhado. O superior tende a ter osso menos denso, com atenção à proximidade do seio maxilar.

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Dra. Isadora Jardim segurando dois alinhadores invisíveis em formato de coração no consultório em Belo Horizonte
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